Queridxs estudantes,

Segue abaixo o material de nossas aulas. Bons estudos!

ORIENTAÇÕES PARA AULA DO DIA 12/03: Realização da leitura do artigo “A influência de Galileu Galilei no desenvolvimento da Engenharia Civil”. Esse artigo está no Apêndice 2 da apostila da nossa disciplina. 

ORIENTAÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DOS SEMINÁRIOS (NP2) SEMINÁRIO – ORIENTAÇÕES

ROTEIRO EXPERIMENTAL DA AULA DO DIA 23/04/2018: ROTEIRO EXPERIMENTAL

AULA 6: UMA CASA NA VISÃO DA FÍSICA

AULA 5 – Física Térmica e Seus Conceitos

AULA 4 – Mecânica e Seus Conceitos

ESTUDOS DIRIGIDOS PARA NP1 – VERSÃO PARA ENTREGA – DATA DE ENTREGA: 02/04/18

ROTEIRO DA ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA: DESAFIO DAS ROLDANAS

AULA 3 – Física na Idade Moderna

AULA 2 – Física na Antiguidade

AULA 1 – Introdução + Notação Científica

APOSTILA DE TÓPICOS DE FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL

PLANO DE ENSINO – TÓPICOS DE FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL 1º SEMESTRE

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Prezados estudantes,

Para as apresentações dos seminários, por gentileza trazerem os slides em notebook que tenha entrada VGA (para quem escolher usar slides).
A datas das apresentações ficam assim:
DIA 18/05 – Grupos 2 ,3 ,4, 6, 7, 8, 9 e 10.
DIA 25/05 – Grupos 11, 12, 13, 14 e 15. 
OBS: A DURAÇÃO DA APRESENTAÇÃO DEVE SER DE 4 A 6 MINUTOS!!!  No dia 25 aplicarei uma prova de disciplinas de EAD para a turma. 

Grato,

 

 

 

Queridxs estudantes,

Segue abaixo o material de nossas aulas. ATENTEM-SE QUE ESTE POST ESPECÍFICO ESTÁ DESTINADO AOS ESTUDANTES CONCLUINTES DO DÉCIMO SEMESTRE. Por favor, não confundir com o material destinado aos calouros.

 

REORGANIZAÇÃO DE ALGUMAS DATAS EM FUNÇÃO DO ADIAMENTO DA PROVA:

23/03 Reunião dos grupos para os seminários para planejamento e orientações do professor (Grupos de 1 a 8).
04/04 Reunião dos grupos para os seminários para planejamento e orientações do professor (Grupos de 9 a 15).
06/04 AVALIAÇÃO INDIVIDUAL ESCRITA

Entrega do relatório da Oficina de Experimentos

Entrega do artigo (Grupos de 1 a 8 – 1ª Versão).

13/04 10º Correção da NP1

Devolução dos artigos com as correções do professor (Artigos de 1 a 8)

20/04 11º Entrega da versão final ao artigo (Grupos de 1 a 8).

(Grupos de 9 a 15 – 1ª Versão).

 

ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DA REVISTA – IMPORTANTÍSSIMO LER TODAS AS ORIENTAÇÕES.

OFICINA DA EXPERIMENTOS – UMA CASA NA VISÃO DA FÍSICA Orientações: imprimir para executar a aula do dia 16/03/2018. A turma deve estar com jaleco nessa noite.

UMA CASA NA VISÃO DA FÍSICA (MATERIAL PARA ESTUDO PARA PROVA NP1)

Física na Idade Moderna

Galileu Galilei na Engenharia (LEITURA OBRIGATÓRIA PARA AULA DO DIA 02/03/2018)

PLANO DE ENSINO – TÓPICOS DE FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL – 10 SEMESTRE

Queridxs estudantes,

Segue abaixo o material de nossas  aulas:

 

LISTA 6 – Fenômenos Ondulatórios

AULA 6 – Fenômenos Ondulatórios

ORIENTAÇÕES PARA OS SEMINÁRIOS DA NP2

LISTA DE EXERCÍCIOS COMPLETA PARA ENTREGA: Realizar a impressão do arquivo no formato frente-e-verso, responder cuidadosamente as questões nos locais correspondentes para entrega no dia 29/03/18.

LISTA 5 – Nível Sonoro

AULA5 – Nível Sonoro

LISTA 4 – Velocidade, Pressão e Energia Sonoras

AULA 4 – Velocidade, Pressão e Energia sonoras

ATIVIDADE PRÁTICA 1 – Medidas

LISTA 3 – Ondas Sonoras

AULA 3 – Ondas Sonoras

LISTA 2 – Fenômenos Ondulatórios

AULA 2 – Fenômenos Ondulatórios

LISTA 1 – Quantidades e Grandezas Físicas

AULA 1- Quantidades e Grandezas Físicas

PLANO DE ENSINO – FFAB

 

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Um conjunto de alguns poucos encontros de 80 minutos por semana. Uma centena de alunos em sala. Aula de sexta à noite. Disciplina de Tópicos de Física Geral e Experimental para alunos de 10º semestre da EC. Os encontros poderiam ser bem burocráticos, mas tirei uma das provas escritas que eu poderia aplicar e transformei essa nota em um desafio para a turma: o de elaborar uma revista que tratasse dos ramos principais da Física e suas aplicações diretas na Engenharia Civil. Da mais básica mecânica newtoniana, passando pelas provocações da Física Moderna, até mesmo chegando às discussões sobre estágio e pós graduação na área. E, minha nossa, que felicidade foi o resultado da aula!

Um grupo ficou encarregado de reunir, revisar, formatar e batizar a revista com os artigos produzidos pelos colegas. Eu mesmo estava bem ansioso e curioso pelo resultado final, tanto que não deixei ninguém colocar o dedo na impressão. Só mostrei à turma. E assim nasceu uma “edição especial” da revista EngScience.

Os grupos fizeram, na aula, a apresentação de cada artigo para os demais colegas. Mesmo numa sala tão numerosa, todos tinham que saber tudo do seu trabalho pois apenas um representante de cada grupo, sorteado na hora, deveria expor o texto produzido pela equipe. Como as exposições eram bem rápidas, os 18 grupos foram bastante objetivos e nada ficou cansativo.

O que me deixou mais satisfeito com a aula, e com os artigos, foram o exemplos de aplicação da Física na Engenharia Civil que foram levantados nos textos. E, confesso, por trás da intenção de solicitar esse trabalho estava meu interesse particular de ampliar minha percepção das interações entre ambas. E meu Deus! Quantas situações que eu até “via” e não “enxergava” … Fiquei quase louco com as 876.962.228 ideias de como contextualizar uma aula de Física para engenheiros civis que tenho agora na manga para, quiçá, um dia explorar.

Uma das alunas, que me auxiliava no sorteio dos apresentadores e trocava ideias comigo no decorrer das exposições, me relatava que reconhecia totalmente a importância dos cálculos na profissão dela, mas que momentos de INTERAÇÃO como aqueles – palavras dela – eram muito válidos e muito significativos. Aquilo me empolgou tanto. Me remeteu muito ao pensamento vygotskyano e aos pressupostos freireanos que despontam como caminhos totalmente em alta na educação de agora.

Talvez aprender seja isso… Estimular desafios, mobilizar naturalmente o conhecimento para atender aos nossos interesses; enfim, fazer com que nossas ações didáticas façam, de fato, SENTIDO. Procurar olhar o contexto da sala de aula “de fora”, como tenho feito nos últimos anos, tem me feito repensar tanto na profissão de professor, e me encoraja a ainda mais a buscar as melhorias e mudanças radicais pelas quais o Ensino de Física, pelo menos no âmbito da minha sala de aula, precisa passar.

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Era finzinho de tarde quando todos nós saímos para entrada do hotel, num frio tremendo. Muitos foram pra porta sem saber exatamente o que estava ocorrendo. Todo muno estava olhando para o céu. Era a passagem da Estação Espacial Internacional (ISS).

Demorei muito para achar, já estava ficando até triste. Um pequeno pontinho em movimento uniforme. Lembrei de uma situação semelhante, que tinha vivenciado meses antes, durante o Encontro Nacional de Astronomia (Enast), sediado em Brasília. Em um dos dias do evento fizemos uma observação de Vênus a olho nu, de dia mesmo. Aquilo foi muito legal, embora para mim fosse complicado ficar olhando pro céu claro, mas consegui ver esse planeta ali, de certa forma bastante expressivo. A passagem da ISS é bem comum e dá pra ver do hemisfério sul também.

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Que ironia do destino. Até definição acadêmica de planetário eu já elaborei (embora eu tenha conhecido outra melhor depois) e até então eu nunca tinha visto uma sessão sequer de um planetário “de verdade” (pois com o meu miniplanetário fiz inúmeras). E a primeira que eu assisti foi bem longe de casa.

O planetário de Saint-Bharthélemy não é grande, mas é aconchegante. A sessão foi bastante simples, falando sobre as constelações, em projeção digital, numa sessão completamente narrada em inglês que deve ter durado em torno de meia hora. Foi um momento bem emblemático para mim que passei a vida acadêmica envolvido com planetários itinerantes e agora estava tendo a oportunidade de ir em um real.

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Muita ansiedade e alegria pela partida! Nervosos mesmo só os integrantes das nossas famílias. Foi ápice de uma árdua luta de organização e divulgação dessa conquista. Nem eu nem a Marcella tínhamos ido à Europa antes e eu nunca imaginei ter essa oportunidade tão cedo, mesmo que para estudo, como foi o caso.  Nosso trajeto inteiro foi longo, mas só não superou a quantidade de escalas que o Lucas fez. De Brasília pegamos um vôo para Guarulhos/SP, e outro sem escalas para Milão. Doze longas horas, ainda mais pela euforia da ida e pelas novidades que viriam. O Lucas, além desses voos que mencionei, foi de carro da cidade dele, Ariquemes, até Porto Velho. De lá, pegou um voo até Goiânia e de Goiânia até Brasília. Ufa!

Essa “longa” viagem nem foi possível perceber ao retornarmos. Estávamos tão cansados no regresso com essa aventura que só acordamos com o cheiro das refeições no avião. Nossas baterias estavam tão gastas que nem levantar para ir ao banheiro foi necessário, dormimos em todo o voo. Na bagagem, muitos presentes e muitas histórias.