Queridos estudantes, baixem o roteiro da atividade e imprima-o. Todos os integrantes das equipes devem portar os roteiros para o desenvolvimento da prática.

 

Essa semana teremos aula experimental conforme expliquei em sala de aula. Atentem-se ao horário e às regras do laboratório.

 

Recapitulando: A aula com o grupo de quinta feira começa às 18h10 e com o grupo de sexta às 21h. É admissível atraso para entrada de até 15 min para as práticas experimentais. Passada a tolerância, não será mais permitida a entrada de estudantes no laboratório. Estudantes sem sapato fechado, jaleco e calça comprimida não podem permanecer no laboratório.

 

SEGUE O ROTEIRO DA AULA E UM VÍDEO PARA AJUDÁ-LOS A CONHECER O FUNCIONAMENTO DO PAQUÍMETRO:

ROTEIRO 1 – MP – PAQUÍMETRO

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2 – MRUV

Lista 2 – MRUV

Tudo começa no revólver do juiz. Logo que ele aperta o gatilho para dar a largada, um sensor ativado por som faz a contagem começar. Aí, quando o corredor atravessa um sensor que detecta movimento, localizado na linha de chegada, seu tempo é marcado. Mas esse sistema é “cego”. Não serve para dizer quem chegou na frente de quem. Para isso, existe uma câmera que tira 2 mil fotos da linha de chegada por segundo. Ou seja: mesmo diferenças de tempo na casa dos milésimos de segundo, invisíveis a olho nu, podem ser detectadas. Versões mais rudimentares do sistema, chamado de “photofinish”, existem desde Los Angeles-32. No começo, ele era usado só como um tira-teima. Ninguém, afinal, acreditava que uma parafernália elétrica pudesse contar o tempo melhor do que cronometristas experientes. Mas nos próprios Jogos de 1932 ela mostrou do que era capaz. A diferença entre o primeiro e o segundo colocados nos 100 metros rasos era tão minúscula que não havia como apontar o vencedor a olho nu. E o resultado estava lá no photofinish: 5 centímetros a favor de um deles. A maquininha, de cara, já deixava os cronômetros manuais várias voltas para trás.

 

Precisão absoluta
Gatilho serve como botão do cronômetro

1. O juiz usa um revólver de espoleta na hora de dar a partida, para manter a tradição. O som é reproduzido por alto-falantes em vários pontos da pista, para que todos os atletas ouçam na mesma fração de segundo. Acoplado à arma, fica um sensor ligado ao sistema de cronometragem. Quando ele “ouve” o estampido, dispara o cronômetro

2. Aqui, onde os competidores apóiam os pés, ficam os sensores que acusam se algum atleta queimou a largada. Se isso acontecer, uma buzina dispara automaticamente. O bloco não é fixo, claro, mas preso temporariamente ao chão por pregos de 5 milímetros

3. O piso é aderente e macio, para ajudar tanto na impulsão das passadas como para absorver o impacto. O que cobre a superfície da pista é uma camada de borracha granulada com 13 milímetros de espessura. E a base para esse revestimento é uma camada de asfalto

4. São quatro árbitros principais: o geral, o de partida, seu assistente e o juiz do photofinish. Ainda há uma série de auxiliares para verificar se ninguém queimou mesmo a largada ou invadiu a raia vizinha (o que só pode acontecer em provas de 400 metros para cima). Para garantir, cada atleta tem seu tempo medido por três cronometristas

5. Esses sensores eletrônicos marcam o tempo extra-oficial. Eles criam um campo magnético que cruza a pista, servindo como uma linha de chegada virtual. Quando um atleta passa por ela, esse campo é perturbado. E o cronômetro pára, indicando instantaneamente o tempo do primeiro colocado

6. Para saber quem terminou em primeiro numa chegada parelha, há o photofinish: duas câmeras filmam a linha de chegada e mandam a imagem para um computador. A máquina divide a imagem em linhas. E cada uma indica visualmente um intervalo de tempo de até 0,5 milésimo de segundo. Aí não tem como não ver quem ganhou

 

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/esporte/no-atletismo-como-e-feita-a-cronometragem/

 

SEGUE MATERIAL SOBRE MEDIDAS E SEUS ERROS:

Teoria de Erros

 

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0 – Introdução ao curso

1 – MRU

Lista 1 -MRU

Plano de Ensino Demetrius – Mecânica da Partícula

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Posted: Agosto 10, 2014 in 2 - UNIPLAN

Hi!

iss

 

Era finzinho de tarde quando todos nós saímos para entrada do hotel, num frio tremendo. Muitos foram pra porta sem saber exatamente o que estava ocorrendo. Todo muno estava olhando para o céu. Era a passagem da Estação Espacial Internacional (ISS).

Demorei muito para achar, já estava ficando até triste. Um pequeno pontinho em movimento uniforme. Lembrei de uma situação semelhante, que tinha vivenciado meses antes, durante o Encontro Nacional de Astronomia (Enast), sediado em Brasília. Em um dos dias do evento fizemos uma observação de Vênus a olho nu, de dia mesmo. Aquilo foi muito legal, embora para mim fosse complicado ficar olhando pro céu claro, mas consegui ver esse planeta ali, de certa forma bastante expressivo. A passagem da ISS é bem comum e dá pra ver do hemisfério sul também.

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Que ironia do destino. Até definição acadêmica de planetário eu já elaborei (embora eu tenha conhecido outra melhor depois) e até então eu nunca tinha visto uma sessão sequer de um planetário “de verdade” (pois com o meu miniplanetário fiz inúmeras). E a primeira que eu assisti foi bem longe de casa.

O planetário de Saint-Bharthélemy não é grande, mas é aconchegante. A sessão foi bastante simples, falando sobre as constelações, em projeção digital, numa sessão completamente narrada em inglês que deve ter durado em torno de meia hora. Foi um momento bem emblemático para mim que passei a vida acadêmica envolvido com planetários itinerantes e agora estava tendo a oportunidade de ir em um real.