Queridos estudantes,

Segue abaixo o material de nossas  aulas:

ORIENTAÇÕES PARA OS SEMINÁRIOS: Leiam atenciosamente T-O-D-O esse roteiro de elaboração do seminário para se adequarem às regras do trabalho. ATENÇÃO ESPECIAL PARA AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NOS SLIDES 18 E 19. Disponibilizo o formulário que uso para avaliação dessas apresentações: ROTEIRO DE AVALIAÇÃO

OBS: Com exceção dos grupos 1 e 2, todos os demais temas do seminário coincidem com o da APS.

NOVAS DATAS DAS APRESENTAÇÕES DOS SEMINÁRIOS:

  • 16/05/17 (terça, das 21h às 22h15): Grupos 3 e 4.
  • 19/05/17 (sexta, das 19h25 às 22h15): Grupos 5, 6, 7 e 8.
  • 23/05/17 (terça, das 21h às 22h15): Grupos 9 e 10.
  • 26/05/17 (sexta, das 19h25 às 22h15): Grupos 11, 12, 1 e 2.

RESUMO – Usando a mesma numeração dos grupos da APS, elaborem um resumo em Língua Portuguesa (não exatamente uma tradução) do trecho designado do artigo Importance of Nanotechnology in Civil Engineering de Kaizar Hossain e Shaik Rameeja (que está no Apêndice 3 da nossa apostila). DATA DE ENTREGA: 19/05/17. O artigo foi dividido em 6 partes. Cada grupo precisa entregar um único resumo, imprimindo somente a página correspondente ao seu grupo.

AULA 6- Eletricidade e Seus Conteitos

ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA (APS): HISTÓRIA DA FÍSICA E SUAS APLICAÇÕES

AULA 5 – Física Térmica e Seus Conteitos

AULA 4- Mecânica e Seus Conceitos

AULA 3 – Física na Idade Moderna

ESTUDOS DIRIGIDOS (VERSÃO PARA ENTREGA) Segue o arquivo para entrega dia 07/04. Imprima-o frente e verso para resolução. Não precisa encadernar, apenas grampear as folhas na sequência correta. Resolvam esses exercícios de forma gradativa para melhor organização de vocês.

AULA 2 – Física na Antiguidade

TRABALHO 1 – Unidades de Medida

AULA 1 – Notação Científica

APOSTILA – TFGE 2017

PLANO DE CURSO – TFGE

Queridos estudantes,

Segue abaixo o material de nossas  aulas:

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DOS ARTIGOS DA REVISTA – Envio por e-mail para o GRUPO 1 até dia 10/04/17

ROTEIRO DA RESENHA – Entrega dia dia 20/04/17

ESTUDO DIRIGIDO (PARA ENTREGA) – Entrega para o dia 30/03/17. Imprimir este arquivo frente e verso e resolver na própria impressão. Valor: 2,0 pontos na NP1.

TRABALHO 1 – Unidades de Medida – Entrega dia 09/03/17. Observar as regras do trabalho e ler previamente o artigo contido no APÊNDICE 1 da apostila abaixo. Valor: 2,0 pontos na NP1.

APOSTILA DA DISCIPLINA-2017

PLANO DE CURSO

FUNDAMENTOS DE TERMODINÂMICA

Posted: Março 1, 2017 in 2 - UNIPLAN

Queridos estudantes,

Segue abaixo o material de nossas aulas:

Conteúdos das Dependências de Fundamentos de Termodinâmica (APENAS PARA OS ALUNOS EM DEPENDÊNCIA)

LISTA 5 – Mudanças de Fase

AULA 5 – Mudanças de Fase

ESTUDOS DIRIGIDOS PARA – VERSÃO PARA ENTREGA – Entrega para o dia 04/04/17. Imprimir este arquivo frente e verso e resolver na própria impressão. Valor: 1,0 ponto na NP1.

LISTA 4 – ED4

AULA 4- Calorimetria

LISTA 3 – ED3

AULA 3 – Gases

TRABALHO – VÍDEOS INSTITUCIONAIS

AULA 2 – Dilatação

LISTA 2 – ED2

AULA 1 – Temperatura e escalas

LISTA1 – ED1

TEXTO COMPLEMENTAR- Um interrogatório com o calor

PLANO DE CURSO.

13230153_1212070395469617_3956156370471851763_n

Um conjunto de alguns poucos encontros de 80 minutos por semana. Uma centena de alunos em sala. Aula de sexta à noite. Disciplina de Tópicos de Física Geral e Experimental para alunos de 10º semestre da EC. Os encontros poderiam ser bem burocráticos, mas tirei uma das provas escritas que eu poderia aplicar e transformei essa nota em um desafio para a turma: o de elaborar uma revista que tratasse dos ramos principais da Física e suas aplicações diretas na Engenharia Civil. Da mais básica mecânica newtoniana, passando pelas provocações da Física Moderna, até mesmo chegando às discussões sobre estágio e pós graduação na área. E, minha nossa, que felicidade foi o resultado da aula!

Um grupo ficou encarregado de reunir, revisar, formatar e batizar a revista com os artigos produzidos pelos colegas. Eu mesmo estava bem ansioso e curioso pelo resultado final, tanto que não deixei ninguém colocar o dedo na impressão. Só mostrei à turma. E assim nasceu uma “edição especial” da revista EngScience.

Os grupos fizeram, na aula, a apresentação de cada artigo para os demais colegas. Mesmo numa sala tão numerosa, todos tinham que saber tudo do seu trabalho pois apenas um representante de cada grupo, sorteado na hora, deveria expor o texto produzido pela equipe. Como as exposições eram bem rápidas, os 18 grupos foram bastante objetivos e nada ficou cansativo.

O que me deixou mais satisfeito com a aula, e com os artigos, foram o exemplos de aplicação da Física na Engenharia Civil que foram levantados nos textos. E, confesso, por trás da intenção de solicitar esse trabalho estava meu interesse particular de ampliar minha percepção das interações entre ambas. E meu Deus! Quantas situações que eu até “via” e não “enxergava” … Fiquei quase louco com as 876.962.228 ideias de como contextualizar uma aula de Física para engenheiros civis que tenho agora na manga para, quiçá, um dia explorar.

Uma das alunas, que me auxiliava no sorteio dos apresentadores e trocava ideias comigo no decorrer das exposições, me relatava que reconhecia totalmente a importância dos cálculos na profissão dela, mas que momentos de INTERAÇÃO como aqueles – palavras dela – eram muito válidos e muito significativos. Aquilo me empolgou tanto. Me remeteu muito ao pensamento vygotskyano e aos pressupostos freireanos que despontam como caminhos totalmente em alta na educação de agora.

Talvez aprender seja isso… Estimular desafios, mobilizar naturalmente o conhecimento para atender aos nossos interesses; enfim, fazer com que nossas ações didáticas façam, de fato, SENTIDO. Procurar olhar o contexto da sala de aula “de fora”, como tenho feito nos últimos anos, tem me feito repensar tanto na profissão de professor, e me encoraja a ainda mais a buscar as melhorias e mudanças radicais pelas quais o Ensino de Física, pelo menos no âmbito da minha sala de aula, precisa passar.

iss

 

Era finzinho de tarde quando todos nós saímos para entrada do hotel, num frio tremendo. Muitos foram pra porta sem saber exatamente o que estava ocorrendo. Todo muno estava olhando para o céu. Era a passagem da Estação Espacial Internacional (ISS).

Demorei muito para achar, já estava ficando até triste. Um pequeno pontinho em movimento uniforme. Lembrei de uma situação semelhante, que tinha vivenciado meses antes, durante o Encontro Nacional de Astronomia (Enast), sediado em Brasília. Em um dos dias do evento fizemos uma observação de Vênus a olho nu, de dia mesmo. Aquilo foi muito legal, embora para mim fosse complicado ficar olhando pro céu claro, mas consegui ver esse planeta ali, de certa forma bastante expressivo. A passagem da ISS é bem comum e dá pra ver do hemisfério sul também.

DSC03039

Que ironia do destino. Até definição acadêmica de planetário eu já elaborei (embora eu tenha conhecido outra melhor depois) e até então eu nunca tinha visto uma sessão sequer de um planetário “de verdade” (pois com o meu miniplanetário fiz inúmeras). E a primeira que eu assisti foi bem longe de casa.

O planetário de Saint-Bharthélemy não é grande, mas é aconchegante. A sessão foi bastante simples, falando sobre as constelações, em projeção digital, numa sessão completamente narrada em inglês que deve ter durado em torno de meia hora. Foi um momento bem emblemático para mim que passei a vida acadêmica envolvido com planetários itinerantes e agora estava tendo a oportunidade de ir em um real.

DSC03013

 

Muita ansiedade e alegria pela partida! Nervosos mesmo só os integrantes das nossas famílias. Foi ápice de uma árdua luta de organização e divulgação dessa conquista. Nem eu nem a Marcella tínhamos ido à Europa antes e eu nunca imaginei ter essa oportunidade tão cedo, mesmo que para estudo, como foi o caso.  Nosso trajeto inteiro foi longo, mas só não superou a quantidade de escalas que o Lucas fez. De Brasília pegamos um vôo para Guarulhos/SP, e outro sem escalas para Milão. Doze longas horas, ainda mais pela euforia da ida e pelas novidades que viriam. O Lucas, além desses voos que mencionei, foi de carro da cidade dele, Ariquemes, até Porto Velho. De lá, pegou um voo até Goiânia e de Goiânia até Brasília. Ufa!

Essa “longa” viagem nem foi possível perceber ao retornarmos. Estávamos tão cansados no regresso com essa aventura que só acordamos com o cheiro das refeições no avião. Nossas baterias estavam tão gastas que nem levantar para ir ao banheiro foi necessário, dormimos em todo o voo. Na bagagem, muitos presentes e muitas histórias.